segunda-feira, 27 de junho de 2011

Isenção de tributos federais vai reduzir orçamento da Arena em Itaquera

O presidente do Corinthians, Andres Sanches, revelou ao jornal Folha de S. Paulo, que deve assinar nesta semana o contrato com a Odebrecht para a construção do estádio.

Andres revelou que vai conseguir reduzir o valor da construção do futuro estádio do clube, na zona leste de São Paulo, que deve custar entre R$ 650 milhões e R$ 800 milhões. Inicialmente o valor previsto era de aproximadamente de R$ 600 milhões, mas depois o valor previsto ultrapassou R$ 1 bilhão.

"Um dos fatores que permitiu a redução do orçamento era umas isenções fiscais que não foram calculadas", disse Andres.

A Receita Federal calcula que, se todas as cidades sedes solicitassem ao Ministério do Esporte a isenção fiscal para construir seus estádios, o valor poupado seria suficiente para erguer uma nova arena, no valor de R$ 560 milhões.

O Ministério do Esporte diz que informou às sedes em novembro sobre a possibilidade de se solicitar a isenção de tributos federais.
Fonte: Folha

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Estudo prevê ganho de R$ 31 bilhões com estádio até 2020 para a prefeitura.

O prefeito Gilberto Kassab (sem partido) está obstinado para que a cidade de São Paulo receba a abertura da Copa. Tudo pelo fato que de um estudo feito pela consultoria Accenture e entregue à Prefeitura este ano. O documento, obtido pelo Estado, mostra que a cidade poderá ter um ganho econômico de R$ 30,75 bilhões até 2020 se sediar o evento em Itaquera - cerca de 10 vezes mais que o investimento necessário para a preparação do evento.

O estudo foi feito com base em dados do Ministério dos Esportes, da própria Prefeitura e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Segundo a pesquisa, a abertura da Copa ali requer investimentos da ordem de R$ 3,17 bilhões, entre estádio, infraestrutura de transporte e obras no entorno. A visibilidade ganha pela capital e a criação de um polo econômico na zona leste, porém, acabariam atraindo mais R$ 15,55 bilhões de investimentos da iniciativa privada pelos próximos dez anos.

Assim, entre gastos de infraestrutura diretos e indiretos, operação do estádio e aumento do turismo, o PIB da cidade poderá aumentar 10% até 2020 apenas com o impacto de receber a abertura da Copa - o estudo não contempla a hipótese de a cidade participar do evento sem receber o jogo inaugural. A expectativa é de que 34 mil empregos sejam criados.
Turistas. Outro motivo que fez Kassab mudar de ideia foram os ganhos estimados em arrecadação - seriam cerca de R$ 6,5 bilhões na próxima década, entre impostos federais, estaduais e municipais. A fatia da Prefeitura nesse bolo seria algo em torno de R$ 985 bilhões - ou seja, quase o dobro do que deverá ser concedido de incentivo fiscal para a construção do estádio.

Segundo o estudo, é esperado que 190 mil turistas estrangeiros e 270 mil turistas nacionais venham a São Paulo para assistir à Copa do Mundo caso a abertura seja na cidade.

Outro benefício esperado com o estádio é o aumento do consumo em Itaquera por causa do salário dos trabalhadores. Só nesse período, 6 mil empregos temporários seriam gerados - o que incrementaria em R$ 73 o consumo na região leste da cidade.
Fonte: Estadão

Fotos da obra do Estádio Corinthians em Itaquera - 15/06/2011





Fonte: Folha

terça-feira, 21 de junho de 2011

Porque só o Corinthians não pode receber isenção fiscal?

Nestes último meses, enquanto se parece inevitável a construção do estádio em Itaquera, muitos principalmente na imprensa, atacam o Corinthians pelo fato da PL de isenção fiscal para obra da arena que pode abrigar a abertura da Copa em 2014. A questão que outros clubes já receberam, iram receber ou vão receber isenções ficais, e ai cabe a pergutna do post: Porque o Corinthians não pode?

Refiro-me àqueles que se posicionam contrariamente adotando uma posição de guardiões do dinheiro público. Essa é o discurso escondendo a verdadeira motivação e a tentar emprestar um caráter respeitável à indignação.

Na imensa maioria dos casos, porém, não sabem nem do que se fala. Em pouquíssimos, sabem que, o preconceito parece falar mais alto.

Muitos têm manifestações motivadas por paixão e/ou ódio clubístico.

Em 2008, um clube recebeu isenção fical para amplicar e reformar seu CT (Centro de treinamento) em Cotia, e o local também é privado e pertence a um grande clube do futebol brasileiro. E pouco, ou nada foi polemizado como está sendo feito para o Corinthians e o seu estádio em Itaquera.

Mas o Corinthians também não é santo. Está usando de uma lei já existem para construir seu sonhado estádio. Nesse contexto se insere o incentivo fiscal, seduzindo particulares a investirem em lugares, até então, pouco atrativos, como a zona leste.

E digo: incentivo fiscal não é dinheiro publico. "Há o aporte de dinheiro particular, com benefícios fiscais".

Mas muitos cornetam que não haveria aporte de dinheiro público, mas haveria redução de receita. Ou seja, dinheiro público não sairia, mas deixaria de entrar o que, nessa visão "míope", seria a mesma coisa. Mas não é.

Esse raciocínio está errado, e ignora uma questão evidente: o que deixa de entrar, na verdade, não entraria mesmo. Sem o incentivo fiscal, o particular simplesmente deixaria de investir na região.

Esse é o ponto: o incentivo visa, essencialmente, desenvolver Itaquera, bairro que, é fácil constatar, não é daqueles tratados, historicamente, com mais carinho pelo Poder Público.

O Corinthians, claro que beneficia-se com esse incentivo. Aliás, já que, não fosse o estádio, a região continuaria pouco atrativa aos olhos de novos investidores, mesmo com incentivos fiscais. É a soma “estádio + incentivo” que levará dinheiro novo e o conseqüente desenvolvimento à região elevando o preço das moradias e gerando empregos. E quem se beneficiará, e último, é o morador de Itaquera, seja ele corinthiano ou não.

Sem falar na infraestrutura que a decadas a região necessita e infelizmente nunca teve, e tem nessa construção de estádio/Copa, como a sua grande oportunidade de desenvolvimento.

O Estádio de Itaquera – Esclarecendo os Fatos

Afinal, qual o conteúdo do tal “enorme pacote de isenções ao Corinthians” objeto do Projeto de Lei do Executivo de São Paulo (“PL”) a ser votado nesta semana?

Na verdade, o PL contempla dois incentivos distintos, sendo um deles fiscal e o outro financeiro.

I – Incentivo Fiscal

O incentivo fiscal consiste em isentar do ISS os serviços de construção do estádio. Esta isenção, na verdade, é concedida aos serviços de construção (ou reforma) pelas 12 cidades-sede da Copa do Mundo, inclusive Porto Alegre e Curitiba, nas quais os titulares dos estádios são privados (Internacional e Atlético Paranaense, respectivamente). Isentar do ISS os serviços de construção foi um compromisso assumido pelas 12 cidades-sede perante a FIFA, em documento chamado “Matriz de Responsabilidades”, que conjuga uma série de obrigações impostas pela FIFA, em todas as Copas do Mundo, como condição a todas as cidades (e Estados) que pretendem sediar o evento.

Portanto, ao isentar a construção de ISS, São Paulo está apenas cumprindo a obrigação assumida pelo Município perante a FIFA.

Aliás, quando a Matriz de Responsabilidades foi assinada por São Paulo, em 13 de janeiro de 2010, o estádio paulistano que gozaria da isenção de ISS em sua reforma era outro (por coincidência, também particular).

II – Incentivo Financeiro

1 – E o que são os tais “R$ 420 milhões” ?

Na verdade, são um incentivo financeiro (e não fiscal) ao desenvolvimento da Zona Leste, a menos desenvolvida de São Paulo, e não apenas ao estádio do Corinthians. Os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) existem na legislação de São Paulo desde 2005 (Lei nº 14.096, de 8 de dezembro de 2005, alterada pela Lei nº 14.256, de 29 de dezembro de 2006), quando foram criados como mecanismo ao desenvolvimento da Região da Luz (anos antes, portanto, da própria confirmação da realização da Copa do Mundo no Brasil).

Especificamente na Zona Leste, na área onde está sendo construído o novo estádio, os CIDs existem desde 2007, por ocasião da edição da Lei nº 14.654, de 20 de dezembro de 2007.

Portanto, o Corinthians não será o primeiro e nem o último beneficiário dos CIDs: qualquer empresa disposta a investir na região da Luz ou na Zona Leste fará jus aos CIDs. Qualquer outro clube de futebol que queira construir um estádio na Zona Leste fará jus aos CIDs. O próprio Corinthians, independentemente da aprovação do PL, já faria jus aos CIDs, nos termos da legislação atualmente em vigor (Lei nº 14.654, de 2007, alterada pela Lei nº 14.888, de 19 de janeiro de 2009, dependendo apenas da regulamentação pelo Executivo Municipal da Lei já vigente).

Os CIDs são certificados emitidos pela Prefeitura em favor do investidor, no valor de até 60% dos investimentos, desde que comprovadamente realizados e auditados pela Prefeitura.

Tais certificados podem ser cedidos pelo investidor a terceiros, que por sua vez os utilizarão para pagamento de ISS e IPTU por eles devidos ao Município.

2 – E por que é necessário um novo PL se os CIDs já estão previstos na legislação?

Porque, no caso do novo estádio, a Prefeitura criou requisitos ainda mais rígidos dos que os requisitos hoje existentes, impondo-os como condição para a concessão dos CIDs.

Se o PL vier a ser aprovado, não bastará ao Corinthians realizar um investimento na Zona Leste (como está previsto na Lei de 2007) e nem mesmo construir um estádio apto a sediar partidas da Copa do Mundo. Para o Corinthians a Lei será mais rígida, e exigirá que o Clube construa, antes da Copa, um estádio que atenda a todas as exigências da FIFA para sediar a abertura da Copa. E as exigências da FIFA para a abertura são maiores, inclusive, que aquelas dirigidas ao Maracanã, que será palco da final da Copa.

3 – E de onde surgem os R$ 420 milhões?

De novo, o PL é mais rígido que a legislação atual, que não impõe limite máximo de valor aos CIDs.

Os R$ 420 milhões são o valor máximo dos CIDs concedidos pelo Município, independentemente do custo final do estádio. Assim, se o Corinthians tiver que gastar R$ 1 bilhão com o novo estádio para atender às inúmeras exigências da FIFA, os CIDs continuarão sendo de R$ 420 milhões, caindo de 60% para 42% do valor do investimento.

4 – São Paulo terá ganhos por sediar a Copa que justifiquem a concessão dos CIDs?

Estudo preparado pela renomada empresa de consultoria internacional Accenture aponta de forma muito clara os enormes ganhos a serem experimentados por São Paulo em razão da cidade sediar a abertura da Copa. Apenas para o evento abertura são esperados cerca de 190 mil turistas estrangeiros, que se estima gastarão na cidade cerca de R$ 1,2 bilhões. Isso sem contar os ganhos futuros, decorrentes do aumento do turismo de negócios em São Paulo decorrente da visibilidade a ser alcançada com a abertura da Copa, estimado pela Accenture em R$ 1 bilhão para o período compreendido entre 2010 e 2020.

5 – Qual a comparação entre a situação de São Paulo e as demais cidades-sede da Copa?

A isenção do ISS foi condição imposta pela FIFA e é concedida em todas as cidades-sede.

Desde um ponto de vista financeiro, enquanto São Paulo apenas estenderá ao novo estádio, e sob condições ainda mais rígidas, um incentivo financeiro que já existe em sua legislação desde 2005, as demais cidades-sede (com exceção apenas de Porto Alegre e Curitiba) arcarão com 100% dos custos de construção ou reforma de seus estádios, que são públicos (como Maracanã ou Mineirão, por exemplo). E só São Paulo sediará a abertura da Copa.

Sob um prisma de legado urbanístico e econômico, a localização do novo estádio na Zona Leste – região carente de investimentos na qual residem cerca de 37% dos paulistanos – coloca São Paulo em tão evidente vantagem comparativa em relação às demais cidades-sede que a situação dispensa comentário.

6 – Qual a importância dos CIDs para a viabilização i) do futuro estádio do Corinthians e ii) da abertura da Copa do Mundo em São Paulo?

O Corinthians dispunha de um projeto de estádio para 48.000 expectadores, que atendia ao padrão FIFA, porém que não dispunha da capacidade de público exigida para sediar a abertura da Copa. O custo desse projeto podia ser suportado pelo Corinthians, independentemente dos CIDs.

Para sediar a abertura, é necessário um estádio com capacidade para 65.000 pessoas e, mais que isso, um estádio que atenda a inúmeras e severíssimas exigências da FIFA.

Portanto, a concessão dos CIDs permitirá ao Corinthians absorver o aumento de custos derivado da modificação do projeto originalmente previsto, necessário a que São Paulo possa sediar a abertura da Copa e, com isso, obter enormes incrementos de receita tributária, ganhos urbanísticos à Zona Leste e projeção internacional única.

Estes são os fatos que, em benefício da boa e isenta informação, o Corinthians torna públicos.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Mesmo fora da Copa das Confederações, São Paulo, assim como outros países, pode ter a abertura do mundial em 2014.

Não será uma novidade em uma Copa do Mundo, o estádio de abertura ser em um local onde não foi testado em uma Copa das Confederações. Assim é o que Governo de São Paulo e o Corinthians, acreditam que vai acontecer em 2014.

A cidade de São Paulo já foi excluida da competição-teste da FIFA, pois o estádio corintiano, sendo construido em Itaquera, só ficará pronto em dezembro de 2013. Mas devido a importância da cidade e a infraestrutura já existem, é a candidata mais provável de receber a abertura da Copa em 2014. O que podemos tomar de exemplo é o que já aconteceu em outros países sedes do mundial da FIFA.

Os palcos das aberturas das últimas três Copas do Mundo, não foram “testados” na Copa das Confederações.

O estádio Sang-am, em Seul, foi inaugurado em dezembro de 2001 – a cinco meses da abertura da Copa de 2002. A reforma do Olímpico de Berlim já estava concluída em junho de 2005, mas a arena ficou de fora do evento-teste. Na África do Sul, o Soccer City só foi inaugurado dia 22 de maio de 2010, a apenas 20 dias do jogo de abertura da Copa.

Esse fato é tão relevante que o próprio secretário-geral da FIFA, Jerome Valcke, afirma não ser um grande prejuízo para cidade estar fora em 2013 do evento-teste: “Precisamos de quatro sedes para a Copa das Confederações. Não é tão trágico se não ocorrer em São Paulo“, declarou o secretário-geral da Fifa.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Presidente da Subcomissão paulista da Copa confirma: "O Estádio do Corinthians sai de qualquer jeito"

"Sem a lei de isentivo aqui só vai ter o estádio do Corinthians, querendo a Câmara ou não, já está resolvido. Agora para ser a abertura da Copa depende da lei de isentivo". fala em entrevista Paulo Frange, presidente da Subcomissão da Copa 2014.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Novas linhas do Metrô levarão para Itaquera até a Copa 2014

O inicio das obras do estádio Corinthians já começaram, mas o que sempre ouço falar é: "Como chegar até lá?"... Simples, de Metrô!

O terreno do futuro estádio está localizado literalmente ao lado da estação de Metrô e da CPTM (trem urbano) Corinthians/Itaquera. Ou seja é você sair da estação por uma passarela e pisar na entrada da Arena. Nenhum outro estádio possui estação tão próxima. Sem falar na Radial Leste, Jacu Pêssego e o Rodoanel.
Mas o Metrô já está pronto para ampliar o acesso a zona leste, algumas coisas já estão sendo feitas, outras precisam começar logo.

Todos os trens da frota da Linha 3 Vermelha serão reformados, alguns já começaram e estam em testes. Trata-se de uma frota antiga, dos anos 70, agora terão ar-condicionado, portas mais largas, isolamento acustico e seguirão o padrão dos novos trens da linha 2 e linha 4.

Já existem 10 novos trens na linha 3, que serão somados a toda frota reformada, alguns desses novos trens já estão circulando.

Outra informação que o Metrô de São Paulo coloca em seu site, é a instalação do um novo sistema de controle dos trens, será um mais moderno que permitirá intervalos menores e mais trens andando na linha ao mesmo tempo, chamado de sistema CBTC.

A Linha 2-Verde (chamada linha Paulista) chegará ao extremo da zona leste de São Paulo. Futuramente, a a recem-inaugurada estação Vila Prudente terá conexão com o metrô leve, que seguirá até Cidade Tiradentes, passando por bairro de São Mateus. Para se ter ideia, quando a obra estiver concluída, o usuário fará em aproxidamente 45 minutos o trajeto entre as estações São Mateus e Trianon-Masp, percurso que hoje leva aproximadamente 1h20.

Vila Prudente também será um ponto importante de conexão e de descongestionamento do sistema metro-ferroviário, com a implantação da futura Linha 15-Branca (Vila Prudente-Tiquatira), do Metrô. A estação Tiquatira integrará as Linhas 15-Branca e 12-Safira, da CPTM, enquanto a estação Penha ligará as Linhas 3-Vermelha e 15-Branca, do Metrô, e 11-Coral, da CPTM. Ou seja, futuramente assim, para chegar a linha 3 não será necessário ir até Sé, quem esta na região da Paulista e por todo eixo da linha 2 poderá chegar direto a linha 3, desembarcando na estação Penha. E quem esta na linha 12 da CPTM poderá fazer baldeação na nova estação Tiquatira.

Fonte: site Metro SP

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Video - Do Estádio Corinthians até o Aeroporto Internacional de Guarulhos

Esse video mostra o local onde está localizado o terreno do futuro estádio Corinthians, em Itaquera, São Paulo, para Copa do Mundo de 2014. Com um carro, o video faz o trajeto até o aeroporto internacinal de Guarulhos, além de mostrar os dois Hoteis 5 estrelas que ficam no caminho. Veja.

Ministerio Pulbico investiga risco de explosão em Itaquera

Em uma materia no blog do Perrone, revela que o "O Ministério Público Paulista investiga se o início das obras do Itaquerão antes da retirada dos dutos da Petrobras gera risco de acidentes, como uma explosão."

O senhor José Carlos de Freitas, da Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo da capital, notificou o clube e a empresa e exige explicações.

“Recebo muitos e-mails com denúncias sobre a possibilidade de explosões e outros acidentes com os dutos por causa do início das obras. Por isso, voltei a questionar a Petrobras”, disse o promotor.

Além disso, o promotor também quer saber se o Corinthians foi favorecido nas autorizações para o inico das obras junto a prefeitura. "Além de relatos sobre riscos de acidentes, o promotor também recebe diariamente e-mails com queixas de que o futuro estádio corintiano estaria sendo favorecido pela prefeitura."

Ai eu me pergunto:

Já não bastou o MP ter atrasado ao máximo o inico das obras do estádio, sem utilizar o bom-senso, sabendo que um empreendimento como esse vai ajudar no desenvolvimento de uma região carente como o bairro de Itaquera?

Uma outra dúvida: Quem são esses que mandam e-mails para o senhor promotor? Eu também quero mandar um e-mail para ele.

Afinal, acho que o senhor promotor não está ouvindo a população de Itaquera que independente de nome de clube, querem o estádio do Corinthians e a Copa lá. Porque sabemos que essa é a única oportunidade que a região tem de uma grande transformação, que anos foi esquecidas pelos governos e o próprio ministerio público.

E gostaria muito de entender o que o MP ganha atrasando e/ou parando a obra do estádio?

Pois, sem dúvida nenhuma, caso isso aconteça, a população da região não ganha nada com isso.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fotos da obra do Estádio Corinthians em Itaquera - 01/06/2011

Observe que já existe profundidade para o futuro campo e as areas elevadas para futuras arquibancadas.

Máquinas no antigo CT do Corinthians.