terça-feira, 29 de abril de 2014

O que a imprensa ganha em apelidar a Arena Corinthians


Não apoiar o uso do Naming Right só afeta de forma negativa,  iniciativas que buscam valorizar o esporte, por motivos tolos e infantis.

  
O que ganha a imprensa brasileira em apelidar o estádio corintiano? Para mim, não ganha e nem perde... ainda. O que passa apenas é uma provocação, uma implicância tola e constante com um clube popular, que possui poucos jornalista e editores torcedores pelo o mesmo.

O Corinthians está lutando para vender o Naming Right do estádio e a mídia insiste em apelida-lo, o que a imprensa alega é que se refere-se assim ao estádio corintiano, pois é como a torcida o chama... Mas a mesma Folha de S.Paulo, que sempre se refere, de forma jocosa, a Arena Corinthians de “Itaquerão”, fez uma enquete no seu site perguntando como os torcedores preferem chamar o estádio corintiano, e ganhou Arena Corinthians. Mas assim mesmo o Grupo Folha (jornal Folha de S.Paulo e portal UOL) insiste no apelido.



O ex-presidente do Corinthians e atual responsavel pela Arena Corinthians, Andres Sanchaz, acredita que essa posttura de alguns veiculos de imprensa prejudica na negociação e no fortalecimento do futebol afastando potenciais patrocinadores. Ele tem razão.

Já a muitas decadas os esportes de massa dos Estados Unidos, descobriram a importancia de se envolver com o marketing para aumentar sua receita, e a imprensa norte-americana também descobriu que ganha e muito se também se envolver no de forma direta ou indireta no business.

Nos Estados Unidos e Canadá, foi a partir de acordos com a mídia que começou a se popularizar a estratégia das empresas de dar nome a estádios e competições.

Por lá, tal como cá, havia a rejeição de grande parte da mídia em falar e respeitar os direitos dos patrocinadores. Com o passar do tempo, porém, a própria mídia passou a aceitar e incentivar esse tipo de patrocínio. E o raciocínio é simples.

A mídia só tem a ganhar com ações de naming right. O benefício é claro. Com uma indústria do esporte cada vez mais amadurecida, há uma tendência de as empresas investirem ainda mais em ações de ativação. E isso inclui, necessariamente, um investimento maior em mídia para comunicar esse patrocínio.

Ou seja. No final das contas, a mídia ganha potencialmente um novo anunciante por conta do patrocínio da empresa. 

A mídia começa a ajudar o mercado de naming right a crescer no Brasil. E, com a reforma e modernização de estádios, esse é mais um dos mercados que deve finalmente se consolidar na próxima década. Tudo isso trará mais assunto e maior fonte de faturamento. Inclusive para a própria mídia.



Exemplo do Estadio do Arsenal, o Emiretes Stadium

O Corinthians busca um patrocinador forte e internacional que já se utilizada da mesma estratégia em outro país, como a Emireites Airlines, que patrocina o estádio do clube inglês de futebol, o Arsenal. E o mesmo tem muito a ensinar o Brasil e principalmente a imprensa brasileira.

O Arsenal mantia um estádio modesto no bairro de Islington e viu a necessdiade de começar a desenvolver um estádio maior que o Highbury, que tinha capacidade para 38.419 pessoas (o menor de quase todos os clubes europeus de grande expressão), durante a última parte da década de 1990. Considerando-se que havia pouco espaço para expansão do Highbury, já que ficava localizado ao lado de uma via pública e de edifícios, o principal projeto do clube era a construção de um novo estádio.

Encontrar um local para um novo estádio em Londres foi extremamente difícil. O clube estava disposto a considerar a localização, perto da auto-estrada, se necessário, mas tinha uma forte preferência por um local no bairro londrino de Islington, perto do então estadio de Highbury. Quando encontram um proximo a rua Ashburton Grove, a apenas 500 m de Highbury. O plano foi anunciado em novembro de 1999, com uma data de inauguração prevista para agosto de 2003, que viria a ser adiada para o Verão de 2006 devido ao planejamento e dificuldades financeiras.

Inicialmente o estádio tinha o nome de Ashburton Grove, nome da rua onde está localizado, mas em 5 de outubro de 2004, o Arsenal anunciou um acordo de patrocínio de £100 milhões com a companhia aérea Emirates Airlines. O acordo previa a mudança de nome para Emirates Stadium, como uma estratégia de marketing da companhia dos Emirados Árabes Unidos, que financiaria o projeto junto com o Royal Bank of Scotland. O acordo previa também o patrocínio de camisa por um período de oito anos, a partir da temporada 2006-07.

O nome do estádio é muitas vezes encurtado para The Emirates, apesar de alguns jornais continuarem a usar o nome anterior (Ashburton Grove) para o novo estádio, especialmente aqueles que se opõem ao conceito de nomes de estádio estarem diretamente ligados ao patrocínio de empresas.

O estádio foi inaugurado em 22 de julho de 2006 e tem uma capacidade de 60.355 espectadores sentados,1 tornando-se o quinto maior estádio de futebol no Reino Unido, e o segundo maior estádio da Premier League, atrás apenas do Old Trafford. É também o terceiro maior estádio de Londres, depois de Wembley e Twickenham, que sedia partidas de rugby

A inauguração oficial ocorreu em 26 de outubro de 2006, pelo Príncipe Philip, duque de Edimburgo. 





segunda-feira, 14 de abril de 2014

Projeto Vai ter Copa

O projeto do canal do Corinthians do Youtube, #Vai ter Copa, mostra 4 pessoas saindo como ponto de partida o marco zero da cidade de São Paulo, a Praça da Sé, seguindo rumo à Arena Corinthians e ao estádio do Morumbi, de táxi e de transporte público.

Os resultados você pode acompanhar durnate essa semana no canal do Corinthians no Youtube, entre 14 de abril até 18 de abril, sempre a partir das 11h, uma serie que mostra as facilidades e problemas de sair do coração da cidade rumo aos dois estádios.

 

terça-feira, 8 de abril de 2014

Música oficial da Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 foi lançado

Abaixo está o Hino oficial da Copa do Mundo FIFA 2014, We are One (Ole Ola), interpretada pelo rapper Pitbull, Jennifer Lopes e Claudia Leitte.
Não gostei, acredito que a música é um retalho de 3 músicas totalmente diferentes entre si, não chega nem de perto do som contagiante de Waka Waka, de Shakira da Copa de 2010. Mas tá ai, pro mundo todo ouvir, confira:




quinta-feira, 3 de abril de 2014

A Arena mais combatida do Brasil - Arena Corinthians

A Arena Corinthians nem está pronta e os jornais e o Corpo de Bombeiros diz que o estádio não pode receber torcida, pois não enviaram aos Bombeiros um documento informando as exigências de segurança até o momento.

Agora o Ministério Público de São Paulo ameaça interditar a Arena Corinthians, mesmo durante a Copa do Mundo, caso a construtora responsável pelas obras não atenda às exigências feitas pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo. De acordo com nota publicada pelo site do MPSP, uma reunião será marcada na próxima semana entre a Promotoria, representantes do estádio e o Corpo de Bombeiros para tornar efetivas as cobranças da corporação. 

O que é curioso é que desde que a arena começou suas obras tanto os jornais e o proprio Ministerio Publico de São Paulo, vêem buscando formas e problemas para paralisar ou dificultar a construção do estádio. É fato que uma obra desse porte chama atenção e leva os olhares de muitos para ela, mas o que me deixa a sensação de uma má vontade por se tratar de Corinthians.

Sempre achei, e ainda acho, que ser a arena mais vigiada das 12 arenas da Copa do Mundo de 2014, seria bom para o Corinthians, pelo simples fato de mostra transparencia e calar qualquer tipo de duvida sobre sua construção, mas o que vejo que sendo o Corinthians, nunca será vista de outra forma, mas sempre que "pegou dinheiro publico", mas será devolvida cada centavo, com juros ao BNDES. E os estádios estaduais construidos Brasil a fora? Serão devolvido os empréstimos aos cofres públicos? E as licenças e autorizações de uso dessa arenas? Também tiveram investigação, ameaças de paralisação?

Além de correr contra o tempo e finalizar a obra da melhor forma possivel, o Corinthians e a construtora tem que lidar com esses entraves pelo caminho, o que fica aqui sempre minha estranheza... Uma das maiores construtoras do Brasil e da America Latina, seria capaz de entregar ao Ministerio Publico e ao Corpo de Bombeiros de São Paulo, uma obra inacabada e sem segurança exigida pelo Estado para seu funcionamento? 

Vamos torcer para que no final a zona leste receba um equipamento que auxilie a valorizar os moradores e toda região.